Saltar para o conteúdo
RGPD

Formação sobre princípios da proteção de dados

Esta formação dá aos seus colegas uma noção geral dos princípios da proteção de dados, as sete regras do RGPD para tratar dados pessoais.

6 min | 3 lições | 3 questionários

Começar grátis

Em que consiste a formação

  1. 1. Princípios da proteção de dados (parte 1)

    1:57

    A primeira lição aborda três princípios. Licitude, lealdade e transparência quer dizer tratar os dados pessoais de forma legal, justa e aberta; limitação das finalidades, usá-los só para o fim original; e minimização dos dados, não recolher mais do que o necessário.

  2. 2. Princípios da proteção de dados (parte 2)

    1:40

    A segunda lição junta mais quatro: exatidão (dados corretos e atualizados), limitação da conservação (apagar ou anonimizar os dados que já não são necessários), integridade e confidencialidade (mantê-los seguros) e responsabilidade (demonstrar que os princípios são cumpridos).

  3. 3. Aplicar os princípios no local de trabalho

    1:56

    Um só exemplo, um formulário de reclamação no site de uma empresa, atravessa a última lição. Mostra os princípios em ação num aviso de privacidade no formulário, na confirmação dos dados com o cliente, no acesso limitado às reclamações e numa política para apagar ou anonimizar os dados depois.

Porque é importante

Todas as organizações que operam a partir da UE, ou que se dirigem a pessoas na UE, têm de seguir os princípios da proteção de dados do RGPD. São a base para cumprir a lei e um guia sempre que alguém, no trabalho, trata dados pessoais, sejam de clientes ou de trabalhadores.

O que os seus colegas aprendem

  • Lealdade é tratar os dados dos outros como se fossem os nossos. É também ser transparente com as pessoas sobre o uso dos seus dados e respeitar os direitos que têm sobre eles.
  • O motivo pelo qual as pessoas partilham os seus dados define os limites. Um cliente que escreve à equipa de apoio espera ajuda com a sua questão, por isso usar esse e-mail para marketing exige primeiro o seu consentimento explícito.
  • Os erros nos dados pessoais podem ter consequências reais. Uma morada errada pode mandar um produto para o sítio errado, e registos médicos inexatos podem levar um médico a uma decisão errada.
  • A organização tem de conseguir demonstrar que cumpre. Registos das atividades de tratamento, auditorias regulares de conformidade com o RGPD e provas de que os trabalhadores receberam formação são formas de o demonstrar.
  • Quem acompanha o cumprimento do RGPD ajuda a desenhar novos processos. Envolver essa pessoa quando se cria ou altera um processo da empresa ajuda a garantir que este segue os princípios.